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segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Esperança


Lá bem no alto do décimo segundo andar do Ano
Vive uma louca chamada Esperança
E ela pensa que quando todas as sirenas
Todas as buzinas
Todos os reco-recos tocarem
Atira-se
E
— Ó delicioso vôo!
Ela será encontrada miraculosamente incólume na calçada,
Outra vez criança…
E em torno dela indagará o povo:
— Como é teu nome, meninazinha de olhos verdes?
E ela lhes dirá
(É preciso dizer-lhes tudo de novo!)
Ela lhes dirá bem devagarinho, para que não esqueçam:
— O meu nome é ES-PE-RAN-ÇA…
          Mário Quintana

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

A pessoa certa

A PESSOA CERTA
O empresário certo é o que investe em seus funcionários nos momentos incertos; o funcionário certo é o que aposta na empresa nos momentos incertos; os colegas certos são os que permanecem lutando, junto com você, nos momentos incertos; o amor certo é o que está ao seu lado, chova ou faça sol, nos momentos incertos;
Nos momentos de sua vida nos quais tudo está indo bem e dando certo, as pessoas erradas se aproximam. Você não as notará, porque está tudo certo. Verá o melhor delas, porque está tudo certo. Gostará mais delas, porque está tudo certo. Será mais fácil de iludir você, sua empresa, departamento ou até toda a sua família, amigos e colegas, porque está tudo certo.
Como um cruzeiro em um iate, todos nós sofremos uma certa dose de “ilusão das férias de verão” quando conhecemos alguém, seja na vida profissional ou pessoal, com a qual só experimentamos momentos de calmaria, de festas, de alegria. Momentos muito bons, mas nos quais é impossível separar o “joio do trigo” Momentos nos quais só vemos o melhor ângulo da personalidade de uma namorada (ou namorado), um funcionário, um sócio, um parceiro. Temos, portanto, uma visão perigosamente bidimensional.
Muitos casamentos acabam, quando marido e mulher descobrem que a personalidade da outra pessoa é muito mais complexa do que podia ser visto durante a fase de namoro e noivado — especialmente quando aquela fase não ofereceu “crises” para testar o casal. Os dois só viram o “trigo”, antes do casamento, descobrindo o “joio” depois. Sim, há casos em que o joio é visto bem antes, mas alguns de nós fazem questão de fingir que não estão vendo nada, ou que depois essa pessoa mudará…
Quantas pessoas que você considerava “grandes amigos”, não se afastaram imediatamente, assim que você perdeu aquele emprego? Sim, é impossível avaliar amigos, colegas, funcionários e amores sem o teste das crises.
Para conhecer realmente essa pessoa, você tem que observá-la quando o iate entrar em uma tempestade gigantesca no meio do oceano, quando o navio estiver sob risco de afundar, e um grupo de piratas começar a destruir tudo e invadir a nau. Neste momento, você verá, de modo cristalino, quem é que corre para os botes salva-vidas esquecendo-se completamente de você, da empresa ou do projeto, e quem está com você até o fim — seja este fim qual for.
Por isso, antes de julgar alguém pelo belo sorriso em um dia de sol, veja se o sorriso ainda está lá, mesmo que haja lágrimas em um dia de chuva. Como explicou Pablo Neruda: A pessoa certa é a que está ao seu lado nos momentos incertos.
Autor Desconhecido

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Refletindo sobre o resultado da eleição presidencial: DOIS 'BRASIS': Um em construção e outro na bancarrota

Enquanto a Presidente reeleita dava o discurso, após a confirmação da vitória, eu escrevia e postava no Facebook, nesta noite histórica de domingo de 27/10/2014, o texto a seguir:

DOIS 'BRASIS': Um em construção e outro na bancarrota.
TSE comunicou a 'vitória' de Dilma com 51,64% contra 48,36% de Aécio. O Brasil saiu dividido, eu faço parte de um desses 'brasis', o da construção, ou seja,o Brasil que não mostrou-se afinado com esse Governo em atuação.
Nem o PT e nem Dilma saíram vitoriosos. Eles agora vão tentar construir pontes e conciliações com mais de 50 milhões de brasileiros que não votaram (e com razões diversas). Parabéns aos que viram e não compactuaram de tanta hipocrisia, que não ficaram calados e não deixaram selar por cabrestos e nem ficaram de olhos vedados.
Dilma será presidente do Brasil da bancarrota (termo que significa falência de uma organização. Estado que está sem condições de cumprir com os seus compromissos), o país da falta de respeito dos políticos e da nojeira política que agora não se coloca em baixo do tapete. É escancarada e visível aos seus cúmplices/correligionários/eleitores.
Ao povo nordestino tenho a dizer duas coisas: continuo com orgulho de ser dessa terra de bravos guerreiros (de tempos passados) e não terei pena dos comentários sulistas,pois vota-se pela razão e não pela barriga. Entenderam o recado?
Torço que nos próximos 4 anos ninguém reclame de inflação, não vá às ruas protestar de nenhuma marola ou de qualquer situação que mexa com seu bolso e status (dependente de bolsa alguma). Que não ocorra impeachment e que tudo que foi denunciado seja arquivado (esse Governo não tem engavetador, segundo eles mesmos). E que a senhora 'presidenta' veja que em termos de governos estaduais o PT foi fiasco.
É notório o desconforto desse resultado à reeleição, pois a Dilma sabe que está em situação desconfortável. Embalados por corrupção, banalização da ética e degradação de valores. Que pregue reconciliação, que pregue mudanças. Falácias e mais falácias. Vamos ver a prática. Mas enquanto isso, a corrupção que assola continue, pois o novo governo do mesmo só começa em 1º de janeiro de 2015,e dá ainda para pegar um 'bocado' ainda do erário público (nosso dinheiro).
E para encerrar, espero que as expectativas iniciais de arroxo não se concretizem,pois se espera pouco injetamento de dinheiro na economia. Que venham os esperados aumentos de luz, combustível e mais tributos. Não é conversa de nenhum pessimista. E o que esperar? Só os próximos anos dirão. Só sei de uma coisa, quando começar a epidemia relatada na obra de Saramago (Ensaio sobre a cegueira) me avisem, quero estar bem longe do Brasil varonil.
No geral quem saíram fortalecidos foram PSDB e PSB somados aos mais de 50 milhões que não apoiaram essa reeleição.
Torço pelo Brasil continental e que Deus nos proteja e que a mudança que tantos precisamos um dia venha.

sábado, 11 de outubro de 2014

Não é por causa de eleição é por causa da vida que segue: RESPEITO!


Enquanto não chega dia 26 de outubro e ocorre o segundo turno, muitos estão esquecendo o limite do debate político e à busca de um ideal novo ou velho para o Brasil...O que ocorre é uma baixaria dentro do horário político, noticiários e pior de todos: nas redes sociais.
Não decidimos ainda se Dilma fica ou Aécio chega, mas amizade e respeito estão indo embora.


NÃO É POR CAUSA DE ELEIÇÃO é por causa da vida que segue.
Cada é dono do seu nariz, aqui no caso, do seu espaço. Então, cada um é responsável pelos atos escritos. Liberdade de expressão é um direito assegurado para manifestar livremente opiniões e ideias. Mas sem afrontar o direito alheio e levantar ou espalhar difamação, calúnias e ódio. Discurso de ódio, contra a honra e a dignidade alheia não é liberdade de expressão. É crime. 
Cada um vota em quem quer, escolhe religião que quer, cor/raça e orientação sexual não tem nada a ver com caráter e dignidade. "O nosso limite é respeitar o limite do outro."

domingo, 5 de outubro de 2014

Refletindo após resultado do primeiro turno para Presidente: Mudar um País ou se mudar de um país?

Assim que se confirmou 2º turno, escrevi:


"Mudar um País ou se mudar de um país?


Realmente, chego a conclusão que os políticos prestam e o problema está no povo. Os medíocres sentem-se bem até o Governo não mexer nas suas "economias" guardadas na Caixa Econômica ou em qualquer banco e não tirar seus direitos de trabalhadores, e aos mais pobres vale se apegar a um programa social que, por mais que seja útil, não sana o problema da desigualdade. Não conheço tantos de classe C ou de classe inferior/superior que vivam o que diz as suas respectivas classes. Pois, viver de modo mesquinho ou limitado e sem poder exceder, denuncia que economicamente não se vive o real (falo por mim, quando ponho o limitado). E o mais pobre não vive, sobrevive da misericórdia.
Muitos que queriam ou querem a permanência do atual Governo estão acima dos pobres, falo dos classes C, daí subentendo-os como pseudos burgueses. Já aos mais pobres, espero que nunca sintam a inflação junto ao salário, as bolsas de auxílio e, principalmente, nas suas compras de feira e supermercados.
Não vivo de aparência, enfrento dificuldades feito muitos brasileiros e raras vezes faço algo que meu dinheiro dá. Mas não sou IGNORANTE. Busquei a mudança que queria.
IGNORÂNCIA, ESTUPIDEZ e ALIENAÇÃO, eis alguns momentos vivenciados no Brasil antes e durante o processo eleitoral.
Uma coisa eu tenho total convicção: na teoria e na prática, cabe a qualquer Governo estar e fazer para o povo ( melhoria na habitação, educação ou qualquer programa social), mas isso não condiz em se afundar em corrupção e outros 'mares de lamas'.
Votei em Marina, com orgulho e com muita força de vontade. Não irei me arrepender. E no segundo turno devemos esperar o que? E nos próximos quatro anos? Ah, se o negócio for o tal de "ruim por ruim, vamos deixar como está", nos poupem dos discursos de indignação e tanta revolta aos altos preços, aos juros, à precariedade da saúde e segurança pública etc.
Vamos continuar vendo os roubos sendo denunciados, vamos colocar os narizes de palhaços e vamos imaginar o Governo igual fazemos com as novelas...Eita imaginário.
Ah, se ruim por ruim, acho que não votarei na Dilma para não me sentir cúmplice dela. Vou inovar na cumplicidade (vou voltar ao que fugi,pois sempre votei no PSDB). Mas no PT jamais darei meu voto.
Quero saber quem vai sentir as dores dos protestos? Quem vai reclamar nas Olimpíadas de 2016 ou em qualquer outra situação? Ir às ruas para aparecer na televisão e manchar o país nas mídias mundo afora é fácil. "Ruim por ruim, vamos deixar tudo como está."
Orgulho de ser brasileiro? Menos na política atual.
Queria ir embora, pois ser patriota não pode ser confundido com IDIOTA!"


05/10/2014

domingo, 3 de agosto de 2014

Julgamento

Havia numa aldeia um velho muito pobre, mas até reis o invejavam, pois ele tinha um lindo cavalo branco. Reis ofereciam quantias fabulosas pelo cavalo, mas o homem dizia:
- Este cavalo não é um cavalo para mim, é uma pessoa. E como se pode vender uma pessoa, um amigo?
O homem era pobre, mas jamais vendeu o cavalo. Numa determinada manhã, descobriu que o cavalo não estava na cocheira. A aldeia inteira se reuniu e o povo disse:
- Seu velho estúpido! Sabíamos que um dia o cavalo seria roubado. Teria sido melhor vendê-lo. Que desgraça!
- Não cheguem a tanto, retrucou o velho. Simplesmente digam que o cavalo não está na cocheira. Este é o fato, o resto é julgamento. Se se trata de uma desgraça ou de uma benção, não sei, porque este é apenas um julgamento. Quem pode saber o que vai acontecer?
As pessoas riram do velho. Mas, quinze dias depois, de repente, numa noite, o cavalo voltou. Ele não havia sido roubado, ele havia fugido para a floresta. E não apenas isso, ele trouxera uma dúzia de cavalos selvagens consigo.
Novamente, as pessoas se reuniram e disseram:
- Velho, você estava certo. Não se tratava de uma desgraça, na verdade se tornou uma benção.
- Vocês estão se adiantando mais uma vez, disse. Apenas digam que o cavalo está de volta. Quem sabe se é uma benção ou não? Este é apenas um fragmento. Se você lê apenas uma única palavra de uma sentença, como pode julgar todo o livro?
Desta vez, as pessoas não podiam dizer muito, mas interiormente acreditavam que ele estava errado. Doze lindos cavalos tinham vindo… O velho tinha um único filho, que começou a treinar os cavalos selvagens. Apenas uma semana mais tarde, ele caiu de um cavalo e fraturou as pernas. As pessoas se reuniram e, mais uma vez, julgaram. Elas disseram:
- Você tinha razão, novamente. Foi uma desgraça. Seu único filho perdeu o uso das pernas e na sua velhice ele seria seu único amparo. Agora você está mais pobre do que nunca.
- Vocês estão obcecados por julgamento, ponderou o velho. Não se adiantem tanto. Digam apenas que meu filho fraturou as pernas. Ninguém sabe se isso é uma desgraça ou uma benção. A vida vem em fragmentos, mais que isso nunca é dado.
Aconteceu que, depois de algumas semanas, o país entrou em guerra e todos os jovens da aldeia foram forçados a se alistar. Somente o filho do velho foi deixado para trás, pois recuperava-se das fraturas. A cidade inteira estava chorando, lamentando-se, porque aquela era uma luta perdida e sabiam que a maior parte dos jovens jamais voltaria. Elas vieram até o velho e disseram:
- Você tinha razão, velho – aquilo se revelou uma benção. Seu filho pode estar aleijado, mas ainda está com você. Nossos filhos foram-se para sempre.
- Vocês continuam julgando, retrucou o velho. Digam apenas que seus filhos foram forçados a entrar para o exército e que meu filho não foi. Ninguém sabe se isso é uma benção ou uma desgraça…
Quem julga fica obcecado com fragmentos, pula para as conclusões a partir de coisas pequenas, deixa de crescer. Julgamento significa um estado mental estagnado. Observe sua vida fluindo! Atenha-se somente aos fatos. Evite os julgamentos.
Autor Desconhecido

Os 3 últimos desejos de Alexandre, o Grande

OS 3 ÚLTIMOS DESEJOS DE ALEXANDRE O GRANDE
Quando à beira da morte, Alexandre convocou seus Generais e seu Escriba e relatou a estes seus 3 últimos desejos:
1 – Que seu caixão fosse transportado pelas mãos dos mais reputados Médicos da época;
2 – Que fosse espalhado no caminho até seu túmulo, seus tesouros conquistados (prata, ouro, pedras preciosas…);
3 – Que suas duas mãos fossem deixadas balançando no ar, fora do caixão, à vista de todos.
Um dos seus Generais, admirado com esses desejos insólitos, perguntou a Alexandre a razão destes. Alexandre explicou então:
1 – Quero que os mais iminentes médicos carreguem meu caixão, para mostrar aos presentes que médicos não têm poder de cura nenhum perante a morte;
2 – Quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros para que as pessoas possam ver que os bens materiais aqui conquistados, aqui permanecem;
3 – Quero que minhas mãos balancem ao vento, para que as pessoas possam ver que de mãos vazias viemos, de mãos vazias partimos.

Achar, Pensar, Agir

ACHAR, PENSAR E AGIR
 Você já conheceu alguém ou viu na história alguém ser lembrado por “achar” ou “pensar” alguma coisa? Feliz, ou infelizmente, eu não encontrei. Certo ou errado, sempre somos lembrados pelo que “fazemos” ou “deixamos” de fazer, e nunca por aquilo que achávamos que faríamos, pelo que pensamos em fazer, ou sonhamos em fazer. Imagine se os livros do presente ou do passado citassem:
- Santos Dumond pensou em voar, mas não se arriscou no seu sonho.
- Copérnico indagou: será que interessa mesmo que a terra seja redonda, sendo meu o risco de virar churrasco? Sai fora.
 – Pedro Álvares Cabral disse a sua majestade: eu não posso ir por causa do meu enjoo na viagem pelo mar!
 – Albert Einstein ficava em casa ou numa mesa de bar achando tudo relativo num absoluto marasmo.
 – Romeu questionou ao seu autor: será que realmente vale a pena fazer tudo isso por Julieta, Sr. Shakespare?
 – Princesa Isabel ao escrever a Lei Áurea: pessoal, tudo bem, eu autorizo a libertação dos escravos, mas quem lavará minhas roupas?
Palavras e “achismos” podem ser importantes, mas não deixam marcas. A imagem e a ação é que se fixam nas pessoas ou na própria história. Em toda escolha há riscos, há o “frio na barriga”. Uma vida sem nenhum risco, por si só, já é um grande risco.
Portanto, se você tem algo a fazer, pare de achar ou pensar e faça. Caso contrário, alguém do seu lado ou distante será lembrado pelo que você somente pensou ou sonhou. Não pense que isso vale apenas para questões profissionais ou materiais, até na vida pessoal e sentimental essa reflexão se aplica. Não somos observados apenas por nossas palavras, mas também pelas ações.
Autor Desconhecido

Mais ou Menos

MAIS OU MENOS

A gente pode morar numa casa mais ou menos,
numa rua mais ou menos,
numa cidade mais ou menos,
e até ter um governo mais ou menos.
 .
A gente pode dormir numa cama mais ou menos,
comer um feijão mais ou menos,
ter um transporte mais ou menos,
e até ser obrigado a acreditar mais ou menos no futuro.
.
A gente pode olhar em volta e sentir que tudo está mais ou menos.
 .
Tudo bem.
 .
O que a gente não pode mesmo, nunca, de jeito nenhum,
é amar mais ou menos,
é sonhar mais ou menos,
é ser amigo mais ou menos,
é namorar mais ou menos,
é ter fé mais ou menos,
é acreditar mais ou menos.
 .
Senão a gente corre o risco de se tornar uma pessoa mais ou menos.
 .
Chico Xavier

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Ariano Suassuna, adeus!

Nesta noite de 23 de julho de 2014, mais uma morte veio deixar nossa cultura mais pobre de presenças humanas insubstituíveis. Depois de um AVC, e dias de lutas, partiu Ariano Suassuna, aos 87 anos de muita vida.

Escrevi uma pequena homenagem para este paraibano mais pernambucano que por aqui passou:

"Imaginei agora o pulo de Ariano Suassuna com a gaita de João Grilo acordando-o juntamente com Chicó.

E fico imaginando de quem perdeu alguma sessão de aula espetáculo ou o discurso daquele ilustre senhor.
Penso mais ainda em quem nunca entendeu o movimento armorial e jamais leu A Pedra do Reino. O rubro-negro mais arretado.
É Ariano Suassuna, tão paraibano tão quanto pernambucano, o senhor se foi.Seu legado permanecerá.
Paro por aqui, pois escuto e vejo em minhas lembranças a gaita de João Grilo tocando triste.

De luto eu estou.
Viva Ariano Suassuna!"