Postagens

A Maior Bronca. Você faz parte dos 5%?

A cada semestre, diante de raras bagunças, em sala de aula, exibo como 'bomba' de efeito moral o PowerPoint, "A Maior Bronca". E ali me coloco na condição de professor daqueles slides, adaptando-o à minha realidade de professor de Antropologia Cultural, Sociologia Aplicada...etc. Já vi esta mensagem ser mencionada em aulas da saudades, e os alunos relembrando quando exibi e a lição que ficou. Cada turma sempre lembra de minha disposição  para exibir esta mensagem, mediante o 'mau comportamento' de alguns em sala.  Todos querem ficar na estatística da mensagem... Até alguns colegas professores já pediram para expor. Logo, cada turma muda sua maneira de agir. O comportamento, o clima dentro da sala de aula muda. Estamos no meio de um semestre (2013), e nem passei ainda. Será que as turmas estão melhores? Será que eles estão colaborando? Para mim, tem sido gratificante. Mas creio que após a lida deste post (que divulguei no Facebook e Twitter) irei passa...

Minha Veneza brasileira e minha cidade de formação Oh! linda.

Imagem
Vejo Recife, praticamente diariamente, pela manhã e de noite... Suas terras entre as pontes, suas ruas sempre cheias, o seu calor. Uma cidade em que trabalho, sobrevivo...  O que de dia não consigo achar de belo e bonito, à noite quando volto para meu Jaboatão querido, me encanto. Recife iluminada, pense na cidade amada! Por mim, todos os dias, tentaria andar por caminhos diferentes só para poder admirá-la. E hoje não poderia deixar passar aqui para agradecer por me acolher e por deixar te amar, Recife, de encantos mil. Feliz aniversário, meu Recife amado, pelos 476 anos de existência. Eita, que beleza, nossa Veneza brasileira! O que dizer de nossa querida Olinda? De lá, te vejo Recife, unidas pela história - cidades irmãs. Pense na cidade que tenho carinho, lá tenho primos de sangue, amigos de faculdade, alunos e ex-alunos... Uma cidade que, durante quatro anos, estive fincado à busca de conhecimento e lá fiz minha formação. O professor e historiador...

Abrindo o verbo

A mania das pessoas julgarem as outras criam estereótipos, ou seja, imagens que de fato não são e não existem de maneira generalizadas, mas que os ignorantes e mal-intencionados e preconceituosos fazem das pessoas o que elas querem e/ou supõem. A mania de muitos é julgar de maneira leviana e absurda as pessoas, pelas condições sociais diversas, pela orientação sexual e religiosa. Não é porque o indivíduo é evangélico / protestante não possa vestir-se de tal forma ou usar tal coisa porque é 'crente'. E pior: pensam que as mulheres não fazem higiene pessoal ( pensam que elas têm em baixo das axílas e sobre as saias uma 'Floresta amazônica'. E falam da jovem que está com um coroa. Falam da 'galega' que está com o 'negão'... E quando falam de políticos? E quando falam do negro, do branco, da loira? E da lésbica e do cara gay? Cada absurdo é dito por pessoas das mais diversas áreas e posições sociais para qualquer grupo ou minoria. Minoria? Até nisso s...

Baratas & Fofocas.

Um interessante texto de Fátima Irene Pinto, extraído do Jornal da Poesia. Disponível em:  http://www.jornaldepoesia.jor.br/fatimairene1.html Com esta confissão, dou as mais poderosas armas para os meus gratuitos desafetos: quem quiser me apavorar, pode usar baratas ou fofocas. Tenho um horror tamanho à baratas que, não importa onde eu esteja, simplesmente perco a compostura e dou vexame. Este inseto horripilante vem das profundezas da imundície, seu habitat. Quando no chão, ela corre de forma desordenada e enlouquecida, quase sempre em nossa direção. Não bastasse isto, resolve voar e dar rasantes, grudando em nossas roupas, em cima das nossas camas ou na tela do nosso computador.  Some e aparece de súbito, com aquelas antenas malditas e com aquele cheiro asqueroso que impregna os locais por onde passa. O que me conforta é saber que não sou só eu a ter este pavor:  certa feita o entregador dos refrigerantes Aliança, descarregava um pesado engra...

Das Coisas Que Não Quero Mais

Imagem
Um autor desconhecido disse: " As quatro coisas que não voltam para trás: a pedra atirada, a palavra dita, a ocasião perdida e o tempo passado".  Eu poderia começar o texto fazendo um desabafo e mudando o título dizendo 10 coisas que não quero mais depois de iniciar com esta reflexão...e culminar o texto com algumas decepções recentes. Mas como fiquei muito pensativo de algumas semanas para cá, passei a focar em pensamento algumas mudanças e tarefas para 2013 por diante. A minha massa encefálica estará encarregada de alguns serviços ou de algumas tarefas, entre elas: - Acreditar mais em mim, menos nos outros; - Não lamentar tanto pelas coisas, inclusive as que acho(achei) perdidas; - Estar mais próximos de minhas raízes, isto inclui meus amigos do passado que estão presentes. Nunca devemos trocar o velho pelo novo (maioria das vezes fazemos recall); - Agarrar as novidades que nos são dadas com desapego. Cada dia é outro dia; - Fazer o que meu coração mandar...

A maior lição de minha vida: a história real minha e de minha família.

Imagem
Era 31 de janeiro de 1986, na parte da tarde, quando de repente veio até a casa de minha mãe um Sr. da empresa VALMEQ\VEMAQ (ficava em frente ao Aeroporto, nas proximidades da atual Caixa Econômica) dar a notícia mais triste de minha vida: a morte de meu pai.Eu estava com 8 anos de idade na época do ocorrido. Lembro de ter ouvido o começo da notícia. Minha mãe pediu que levassem eu e minha sobrinha mais velha (4 anos mais nova que eu) até a casa de uma vizinha para que não presenciássemos toda a notícia. Ficou em casa minha mãe e meus 3 irmãos e minha única irmã. Morria o patriarca da família Lemos (saudoso Antenor de Lemos). Homem íntegro, religioso, presente em tudo e que vivia entre os motores de tratores e as viagens de trabalho, igreja e família. Naquele idos dos anos 1980, a nossa família podia-se dizer que vivia bem: casa, automóveis (um carro e duas motos em garagem), viagens, os filhos recebiam mesadas - o meu pai não queria ver os filhos trabalhando enquanto esti...

Encerrando ciclos

Encerrando ciclos "Não se pode caminhar em direção ao futuro com um pé no passado." Marcio Kühne "SEMPRE é preciso saber quando uma etapa chega ao final," escreveu a a jornalista colombiana Sonia Hurtado. "Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver. Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos – não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram. Foi despedido do trabalho? Terminou uma relação? Deixou a casa dos pais? Partiu para viver em outro país? A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações? As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora. Soltar. Desprender-se. Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e à s vezes perdemos. Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço...

O SORVETE DE BAUNILHA E O PONTIAC

Esta é a moral de uma história que esta circulando de boca em boca entre os principais especialistas norte-americanos em atendimento ao cliente. A história ou "causo", como está sendo batizada aqui no Brasil, começa quando o gerente da divisão de carros da Pontiac, da GM dos EUA, recebeu uma curiosa carta de reclamação de um cliente. Eis o que ele escreveu: "Esta é a segunda vez que mando uma carta para  vocês, e não os culpo por não me responder. Eu  posso parecer louco, mas o fato é que nós temos  uma tradição em nossa família, que é a de comer  sorvete depois do jantar. Repetimos este hábito  todas as noites, variando apenas o tipo de  sorvete, e eu sou o encarregado de ir comprá-lo.  Recentemente comprei um novo Pontiac e desde  então minhas idas à sorveteria se transformaram  num problema. Sempre que eu compro sorvete de  baunilha, quando volto da loja para casa o carro  não funciona. Se compro qualquer outro tipo de ...

DESPEDIDA DO PRESIDENTE DA COCA COLA

DESPEDIDA DO PRESIDENTE DA COCA COLA (curta e excelente) O menor discurso de Bryan Dyson..., ex-presidente da Coca Cola... Ele disse ao deixar o cargo de Presidente da Coca Cola: "Imagine a vida como um jogo em que você esteja fazendo malabarismos com cinco bolas no ar. Estas são: seu Trabalho - sua Família - sua Saúde - seus Amigos e sua Vida Espiritual, e você terá de mantê-las todas no ar. Logo você vai perceber que o Trabalho é como uma bola de borracha. Se soltá-la, ela rebate e volta. Mas as outras quatro bolas: Família, Saúde, Amigos e Espírito, são frágeis como vidros. Se você soltar qualquer uma destas, ela ficará irremediavelmente lascada, marcada, com arranhões, ou mesmo quebradas, vale dizer, nunca mais será a mesma. Deve entender isto: tem que apreciar e esforçar para conseguir cuidar do mais valioso. Trabalhe eficientemente no horário regular do escritório e deixe o trabalho no horário. Gaste o tempo requerido à tua família e aos seus amigos. Faça ex...

A SABEDORIA DE APRENDER

               Por Roberto Shinyashiki Nunca odeie quem lhe traz o problema. Ele é somente o professor. Resolva a dificuldade e agradeça a essa pessoa pela oportunidade de evoluir Uma das perguntas mais freqüentes que alguém faz a si mesmo é: por que estou enfrentando este problema? Infelizmente, a maioria das pessoas encontra a resposta do modo errado: culpando o outro. A culpa é do chefe, do companheiro, dos pais, do empregado. Mas o outro nunca é a razão de seus problemas. Se você não aprender com a dificuldade, vai repeti-la ao infinito. Vai trocar de emprego, de companheiro, de empregados, mas, quando perceber, trocou as pessoas e o problema continua o mesmo, e se repete. Os problemas são oportunidades de aprendizado e, quando perdemos essa lição, toda dor que sentimos se torna inútil. Lembre-se: para todo problema existe solução. Aliás, essa é uma boa definição: problema é um  acontecimento que vem sempr...