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A VIDA ENSINA

Se você pensa que sabe; Que a vida lhe mostre o quanto não sabe. Se você é muito simpático, mas leva meia hora para concluir seu pensamento; Que a vida lhe ensine que explica melhor o seu problema, aquele que começa pelo fim. Se você faz exames demais; que a vida lhe ensine que doença é como esposa ciumenta: Se procurar demais, acaba achando. Se você pensa que os outros é que sempre são isso ou aquilo; que a vida lhe ensine a olhar mais para você mesmo. Se você pensa que viver é horizontal, unitário, definido, monobloco; que a vida lhe ensine a aceitar o conflito como condição lúdica da existência. Tanto mais lúdica quanto mais complexa. Tanto mais complexa quanto mais consciente. Tanto mais consciente quanto mais difícil. Tanto mais difícil quanto mais grandiosa. Se você pensa que disponibilidade com paz não é felicidade; que a vida lhe ensine a aproveitar os raros momentos em que ela (a paz) surge. Que a vida ensine a cada menino a seguir o cristal que leva d...

Sem limites

Certa vez um cão estava quase morto de sede, parado junto à água. Toda vez que ele olhava o seu reflexo na água, ficava assustado e recuava, porque pensava ser outro cão. Finalmente, era tamanha a sua sede, que abandonou o medo e se atirou para dentro da água. Com isto, o reflexo desapareceu. O cão descobriu que o obstáculo - que era ele próprio - a barreira entre ele e o que buscava, havia desaparecido. Nós estamos parados no meio do nosso próprio caminho.  E, a menos que compreendamos isso, nada será possível em direção ao nosso crescimento. Se a barreira  fosse alguma outra pessoa, poderíamos nos desviar, mas nós somos a barreira. Nós não podemos nos desviar - quem vai desviar-se de quem? Nossa barreira somos nós e nos seguirá como uma sombra. Esse é o ponto onde nós estamos - juntos da água, quase mortos de sede, mas alguma coisa nos impede, porque nós não estamos saltando para dentro. Alguma coisa nos segura. O que é? É uma espécie de medo, porque a margem é conheci...

Carnaval: da origem à nostalgia que não veremos jamais! - Parte 2

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A tradição de um Carnaval é manifestada todos os anos das mesmas formas. Pessoas nas ruas, nos clubes e espaços destinados aos festejos que se complementam com adereços e novos hits. O que diferencia,às vezes, o Carnaval é patrocínio. A festa do povo e para o povo é revertida em negócio. O marketing cultural tem seus atrativos também... E nos contentamos com a mesma festa através das troças,blocos, avatás, bailes de máscaras e Sambódromos. Na TV,o festival de bundas e bandas. Na música, tudo e o nada nas letras fazem o povo saltar do 'chão'. E 'pisa o pé no chão' também. E o frevo ainda vive,ainda bem... Persisto ainda no "Abre alas" da Chiquinha Gonzaga (1899): "Ó abre alas que eu quero passar Ó abre alas que eu quero passar. Eu sou da lira não posso negar Eu sou da lira não posso negar. Ó abre alas que eu quero passar Ó abre alas que eu quero passar. Rosa de ouro é que vai ganhar". E "A Jardineira", de Benedito Lacerda ...

Carnaval: da origem à nostalgia que não veremos jamais!

De origem grega, o Carnaval surgiu como agradecimento aos deuses pela fertilidade do solo e colheitas. Depois, tantos gregos quanto romanos,inseriram bebidas e orgias ficando a festa inaceitável,posteriormente aos olhos da Igreja. No geral, era uma festa que cultuava a alegria e conquistas. Posteriormente,muito posteriormente a Igreja acatou o festejo carnavalesco aos seus moldes, deixando os populares espantados por ver o Carnval através de cultos oficiais,distanciando dos 'atos pecaminosos' de outrora... Durante a Idade Média, lá estava o Carnaval com pessoas fantasiadas e com máscaras. Imagino a beleza da festa!... Imagino uma Veneza bonita de ser ver. Ver para crer que valia a pena. No Brasil, a festa só chega no século XVIII, mas somente a partir do século XIX que surgem os blocos carnvalescos com enfeites de carros,adereços e pessoas fantasiadas mais ou menos como hoje em dia. Por volta de 1840,os bailes popularizam as músicas de Carnaval. No final deste século ...